ETs são amigos ou inimigos?

Publicada em 25/07/2009 no Click 21

Cena do filme ‘Independence Day’, de 1996.

Por Cristina Cople

etsA novela ‘A Favorita’, que começou esta semana, retoma a discussão sobre as abduções realizadas por extraterrestres e sua real intenção em relação aos seres humanos. Seriam bons ou maus? Desejariam apenas conhecer nossa maneira de viver ou teriam alguma intenção macabra?

» Conheça os casos mais famosos do Brasil

Na novela, o personagem Augusto César, interpretado por José Mayer, é um ufólogo atuante e realiza encontros para meditação. Ex-cantor de sucesso, ele abandona a fama à espera de um disco voador.

O jornalista Rafael Cury, presidente da Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil, afirma: “podemos demonstrar que estamos sendo visitados por inúmeras civilizações que se diferenciam pelo comportamento. Podem ser indiferentes, amistosos ou agressivos”.

De acordo com o estudioso do assunto, já houve casos tanto de cura quanto de agressividade por parte dos alienígenas. No caso de agressividade, leia-se ‘morte’. Para chegar a essas conclusões a associação, que reúne pesquisas realizadas em todo o país, há mais de 60 anos, conta com profissionais da psiquiatria, da medicina e outras áreas da ciência.

CASOS SINISTROS

De acordo com Rafael Cury, todo caso que envolve abdução já é uma forma de agressividade. Existem centenas de casos que vão desde pequenas cirurgias para implantes até procedimentos que levam à morte da pessoa. Rafael lembra o caso do médico norte-americano Roger Lee, que foi abduzido e teve um fragmento implantado no dedo da mão. Ao retornar, ele foi examinado e o material retirado foi analisado no Texas. O fragmento era de um metal de origem desconhecida.

Nos anos 70, outro caso famoso ficou conhecido como Operação Prato, na Bacia de Colares, em Belém do Pará. A população relatou que feixes de luz – saídos de uma nave – atingiram algumas pessoas que sangraram até a morte. A Aeronáutica encaminhou uma equipe para investigar o caso, que até hoje é mantido sob sigilo.

SEM PÂNICO

Outro caso é da norte–americana Linda Cortili, abduzida de seu apartamento, no centro de Manhattan, às 3h da madrugada. Segundo a própria Linda, ela teria saído flutuando pela janela. Na parte de baixo do edifício, carros que passavam sofreram panes e enguiçaram. Um deles era o do ex-secretário-geral da ONU, o peruano Javier Peres Cuéllar, que confirmou ter visto um objeto não identificado e o corpo de Linda flutuando. No caso dela a abdução foi benéfica: Linda sofria de câncer e foi curada da doença.

Segundo Rafael Cury, não há motivo para apreensão. “Há uma tendência de ampliação da forma de contato, mas isso vai depender da evolução da humanidade, da aceitação para o fenômeno. Muita gente que presencia fenômenos ufológicos tem que conviver com o ceticismo. Existe agressividade por parte dos alienígenas, mas não em percentual alto. A maior parte dos contatos é amistosa ou indiferente”.

O próprio Rafael viu um objeto não-identificado em Curitiba. No ano de 2001, ele estava conversando com amigos na varanda de um apartamento, no centro da cidade, quando avistou um objeto em forma de boomerang aparecer por entre as nuvens. O fenômeno durou cerca de 15 segundos. A experiência foi única, mas valeu por uma vida de pesquisas.

Esta e outras histórias serão discutidas por amantes da ufologia no Rio de Janeiro, neste sábado. Rafael Cury é um dos palestrantes do seminário Contagem Regressiva para o Contato, no Instituto Brasileiro de Administração Municipal, o IBAM.

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